(Via José Maschio)

Doenças sexualmente transmissíveis aumentam na comunidade universitária

Assunto sério e preocupante (ou uma dica de pauta para colegas nas redações)
Nos últimos anos tem aumentado, assustadoramente, os casos de Aids e Sífilis (além de outras DSTs) entre jovens. Atinge, como uma epidemia, a juventude universitária.
A falta de políticas de prevenção e de divulgação para esclarecimento sobre essas doenças, abandonadas no governo do Ilegítimo e agora no do fascista eleito, explicam em parte esse drama.
O abandono de técnicas e práticas preventivas, entre os jovens, só aumentou os riscos de contaminação. E as consequências disso já são percebidas, com casos de depressão e suicídios ou tentativas.
Um assunto muito sério. Não sei se em outras cidades universitárias isto está a ocorrer, mas em Londrina tenho conhecimento de situações gravíssimas. Com alunos e alunas de vários cursos e de diferentes gêneros.
É um drama nacional e que exige ser tratada com a seriedade que o assunto merece. Infelizmente parece que a tática de avestruz (enfiar a cabeça no buraco para o perigo passar) está a ser adotada por autoridades médicas, sanitárias e pela sociedade. Essa sociedade cristã e de bens, em que o ter é mais importante que o ser.

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